“Dinheiro: pra
poder pagar e financiar DIALÉTICA de quem mente mais; guerra de classes de ego,
o dividendo, a matéria paga, e o sudaquismo a se revelar.”
“E agora chama o Golpe de Revolução!”, “Livrai-nos desse
mal, dessa falsa moral, livrai-nos desse mal”.
O idealismo se mantém vivo. Cada qual com o seu, uma
coisa, eu consigo observar, com meus e outros olhos: “o idealismo se mantém
vivo”.
A fogueira continua acesa. O pão e o circo. A igreja
imperando. É uma paródia da nossa lastimável história. Há quem diga: escória.
Há quem acredite nessa oratória. Paródia da história. Ouvi um dia que “os que
vencem é que contam a História”, então, estamos vencendo? O idealismo – o inimigo
multifacetado.
A linguagem se desvinculou da sua própria razão.
Nós, que já estamos no alto da montanha e ousamos mais
uma vez nos entendemos. O cenário é de um sacerdote legislador assassinando
Cristo com o aval de um sistema opressor que lava as mãos. Caifás e Pilatos são
figuras que se assemelham ao contexto brasileiro. Quer ver só? E quem é o
Cristo? Todos os filhos de deus que ousaram dizer: “é nosso, somos filhos dessa
terra”. São esses que merecem a cruz. Afinal, é rentável para o capitalismo (Pilatos)
ter uma religião que ajude a manter a ORDEM deles. Caifás, o deputado
assassino, pois quê, assassino? “Não vejo culpa alguma nesse homem”, sentença
proferida, mas foi melhor fazer vista grossa, afinal, Caifás era amigo dos
empresários e políticos amigos, e de toda guarda, e juízes...
O idealismo se mantém vivo. A dialética deles é um crime
a vida. Um crime contra os Direitos Humanos. E quando se requer o DIREITO ainda
se passa por criminoso. É um crime a razão deles.
Uma afronta aos princípios básicos ditados outrora.
Ditados por quem e para quê? Não são eles que – dizia o deus deles – me roubam.
É de todo, ler aquelas linhas me ajudaram a compreender a genealogia da moral
cristã e o sistema opressor vigente no Brasil.
Se liga na astúcia dessa ordem. Eles não querem um país
sem desigualdade. Para eles, nós não existimos: eles são os bons e vão para o
céu. Eles são os desiguais; Livrai-nos desse mal, dessa falsa moral. Eles não
querem um país sem violência e opressão: eles querem a miséria, a pobreza para
ostentar privilégios. Eles não querem redistribuir, eles não querem uma
reeducação das crianças. Querem mortos. Irmãos contra irmãos como em suas
profecias. Eles precisam lucrar. É a dialética de quem mente mais. Abra o olho,
homens da brasa, homens desta terra. Vos é chegados o reino dos céus, e ele é
aqui.
Dead Fish, Nietzsche, livros de História.